EMAGRECIMENTO &

TRANSTORNOS ALIMENTARES

Trabalho há quase 10 anos com transtornos alimentares e emagrecimento. Atendo presencialmente na cidade de Campinas ou online. Emagrecer é difícil, e manter-se magra(o), ainda mais. 

Nunca tivemos tanto conhecimento sobre dietas, alimentos, contagem de calorias, exercícios, queima calórica e, ainda assim, nunca as pessoas estiveram com tanto sobrepeso. Excesso de peso tornou-se quase uma pandemania, e sem auxílio profissional é muito difícil vencer, pois temos que aprender a desarmar os gatilhos mentais que nos fazem comer, e isto, não está ligado a exercícios físicos e nem mesmo alimentação.

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Anorexia

Estudos indicam que a anorexia, um transtorno alimentar que já era extremamente recorrente nos anos 90, tem tomado proporções cada vez mais alarmantes, e isso certamente tem a ver com um fenômeno chamado redes sociais. O padrão de beleza imposto pela sociedade é cada vez mais rígido, e está constantemente presente nas mídias. Mulheres cada vez mais magras, mais esguias, com os sorrisos mais brancos, são expostas continuamente, como se fossem o único padrão de beleza aceito e que deve ser seguido pela sociedade, e quem não se enquadra nesse perfil, acaba ou sendo literalmente excluído pela sociedade ou então, vai se excluindo de tudo sem que muitas vezes se dê conta disso, até que chega a quase desaparecer, como é o caso de muitas mulheres portadoras da anorexia. É evidente que também há casos de anorexia em pessoas do sexo masculino, mas irei abordar o sexo feminino porque é o que tem maior incidência.

Nem todas as pessoas que fazem dietas e emagrecem são anorexas. No entanto, boa parte das pessoas que emagrecem, continuam se olhando no espelho e enxergando como se ainda estivessem fora do peso e precisassem emagrecer mais. Esse fenômeno é chamado de transtorno disfórmico corporal, ou seja, por mais que uma pessoa emagreça, quando ela se olha no espelho, ainda se vê como uma pessoa obesa, mesmo estando muitas vezes somente pele e osso. É como se em sua mente, uma imagem se congelasse, e essa pessoa não conseguisse mudar a sua auto percepção, e por mais que as pessoas digam: “Você está magra, não precisa emagrecer mais!”, essa pessoa infelizmente não consegue enxergar isso, e continua numa busca incessante pelo seu emagrecimento.  

Anoréxicos atingem uma grande perda de massa, de modo que o seu Índice de Massa Corporal se reduza a valores inferiores a 17,5 kg/m². A perda de peso pode ser efetivada por estrita restrição dietética, em adição a exercícios físicos excessivos; outros, em conjunção a esses métodos, também podem abusar de técnicas purgativas (provocar-se vômitos, abusar de laxantes ou diuréticos, etc.) que acreditam resultar em perda das calorias, sem necessariamente, como no caso da bulimia, ter antes havido períodos de comilança desenfreada.

As consequências disso são nefastas. Mulheres portadoras de anorexia podem perder suas unhas, os cabelos, parar de menstruar, ficarem anêmicas e chegarem até mesmo à terem que ser internadas em virtude de seu quadro severo de desnutrição.

Muitas vezes a família percebe que tem algo de errado, que a pessoa está passando dos limites, está magra demais, exagerando nos exercícios, mas não consegue deter essa pessoa, e é nessa hora, mesmo que de forma compulsória precisa fazer com que essa pessoa procure ajude.

Essa ajuda muitas vezes precisa ser de uma equipe multidisciplinar: médicos, psicólogos e nutricionistas, que vão fazer um trabalho com o intuito de fazer com que essa pessoa volte a se alimentar de forma natural, sem ter o medo constante de engordar e tendo a consciência de que se ela não mudar o seu comportamento, que ela corre risco de vida.

Bulimia

A bulimia pode ser entendida como um transtorno alimentar em que uma pessoa passa por episódios de compulsões alimentares periódicas, seguidas de comportamentos não saudáveis para perda de peso rápido, tais como: indução do vômito (90% dos casos), uso de laxantes, abuso de cafeína, uso de cocaína e/ou dietas inadequadas. Alguns outros métodos para perder peso podem envolver o uso de diuréticos, estimulantes, jejum de água ou exercício físico excessivo. Não necessariamente uma pessoa que faz jejum intermitente pode ser considerada como bulímica, a ideia não é essa. Geralmente ela induz o vômito, faz o jejum, usa diuréticos, laxantes, enfim, faz um verdadeiro ritual de expurgação do que consumiu.

A maior parte das pessoas com bulimia tem peso corporal normal, no entanto, apresentam um medo muito grande de engordar e também podem apresentar o transtorno disfórmico corporal como uma comorbidade. Uma das características da comorbidade é que existe a possibilidade das patologias se potencializarem mutuamente, ou seja, uma provoca o agravamento da outra e vice-versa. Além disso, a comorbidade pode dificultar o diagnóstico e influenciar no prognóstico.

Para fazer o diagnóstico da bulimia, é preciso levar em conta pelo menos três aspectos:

1- A pessoa bulímica ingere uma quantidade de alimentos definitivamente maior do que a maioria das pessoas comeria em situação similar, e esses episódios são recorrentes;

2- Sente falta de controle sobre o comportamento alimentar, e;

3- Apresenta um comportamento compensatório inadequado e recorrente, com o fim de prevenir o aumento de peso, como indução de vômito, uso indevido de laxantes, diuréticos, jejuns, etc.

A bulimia traz consequências muito negativas para a saúde das pessoas que apresentam esse transtorno. Isso porque, a princípio, utilizam o dedo para induzir o vômito, no entanto, conforme seu corpo vai se acostumando com esse comportamento, colocar o dedo na garganta se torna cada vez mais ineficaz para induzir o vômito, o que faz com que elas passem a usar objetos maiores, tais como escovas, pedaços de madeira, que podem ocasionar sérios riscos para a saúde dessa pessoa caso cause nela alguma lesão.

A bulimia está muitas vezes associada a outros distúrbios mentais como depressão, transtornos de ansiedade e problemas como a toxicodependência ou o alcoolismo, e também existe um elevado risco de suicídio e de práticas de automutilação por parte dos portadores desse transtorno.

Ao contrário da anorexia, muitas vezes é mais difícil de se diagnosticar a bulimia. Isso porque há muitas pessoas que veem a bulimia como uma coisa “normal” e não como uma doença. Elas simplesmente comem demais, induzem o vômito e na cabeça delas “está tudo certo”. E também porque elas escondem das outras pessoas o seu comportamento de vomitar o que comem.  

Se você apresenta alguns dos sintomas de bulimia, procure ajuda de um psicólogo, ou de um médico, ou de ambos. Bulimia tem cura, e só depende de você dar o primeiro passo para que ela aconteça.

Responsável Técnica

Melina Montenegro Schio

CRP/SP 06 79740

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